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domingo, 16 de junho de 2013

Será que você realmente acredita e ama a Deus?


“Amarás a Deus sobre
      todas as coisas &

 "Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele". João 14:21





Na maioria das vezes, quando  nos questionam:
 
 - Você acredita em Deus?

  Ofendidos,  retrucamos defensivamente:

- “ Mas é claro!”

Se nos indagam...

Você ama a Deus?
 
Respondemos:

- “É lógico que eu o amo, mas é cada pergunta sem sentido!”


Mas serão tais afirmações verdadeiras ou auto enganosas? Pois, se nos perguntam:
 
Você  ama ao próximo como a si mesmo?

A nossa consciência emudece  nos,  tira nos então, as palavras
!!!!!

A falta de reflexão  tem alienado o homem em relação a si mesmo e ao mundo que o cerca. O fazendo repetir palavras e atitudes, geração após geração, sem buscar o seu real significado!

 Será que nós estamos sendo verdadeiros com nós mesmos e com as verdades e valores que dizemos acreditar  ou estamos usando palavras repetidas ?


Porque sendo Deus Perfeito, Puro e Bom, nos deu a inteligência e a liberdade de escolhermos entre o bem e o mal. Mas, Qual é a sua vontade? Qual  caminho Ele quer  que sigamos ?  Porventura não é  o da prática do bem?

E não nos damos conta que  a todo o momento, estamos a escolher entre o bem e o mal... Cada atitude, cada pensamento, palavra ou emoção nossa é uma ação, e para esta, haverá uma consequência correspondente, ou seja, boa ou má. Você é um agente transformador do meio, as suas ações contribuem para um mundo melhor ou pior. 

Qual tem sido a sua contribuição?

  “ Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me prestam culto, pois o que ensinam são mandamentos humanos. ” Is 29,13 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Relacionamentos Saudáveis - Autoconhecimento



 

                                   Judas, a trair Jesus com um beijo.

Selecionar as nossas companhias não significa julgar-se melhor que os outros, ou mesmo isolar-se do mundo, mas tão somente, não permitir que os maus ou ignorantes nos influenciem. Sem que isso nos impeça de prestar lhes o auxilio quando necessário.

O homem é responsável por suas escolhas (e pelas consequências delas), o fato dele se omitir, e se deixar guiar por um cego, não evitará que ambos caiam em um buraco.

 Quem são os que tomamos para amigos e companheiros? É necessário  estarmos sempre atentos aos tipos de relacionamentos que estamos alimentando, porque eles também constroem de maneira sutil, mas decisiva quem somos!


 Mesmo estando imersos, já que estamos a todo momento em contato com o outro, precisamos ter uma visão distanciada, um olhar crítico, já que  o outro deixa suas digitais em nossas personalidades, assim como nós a deixamos em suas almas. É uma troca e essa troca deve ser saudável...


Nos tempos atuais, a busca do autoconhecimento caiu em desuso, o homem não é estimulado a pensar e sim a agir, ou melhor a responder de acordo com a programação que recebeu sem questionar.

Essa relação me faz bem? Me agrega valores? Me permite transmitir valores? Ou é uma relação destrutiva. Esse companheiro se compraz e me incentiva na prática do mal (dos vícios, da violência, da promiscuidade, dos ganhos ilícitos, da mentira, da vingança, da traição,  da omissão de valores e, da isenção de responsabilidades)?

Ele é sincero? chama minha atenção quando falho? faz criticas construtivas, ou  são lisonjas? Ele zela pela minha vida ou trama contra minha integridade? Ele se alegra com a minha derrota ou torce por mim? Qual o tipo de amigo eu quero ter? Que tipo de amigo eu quero ser?

Seleciona as tuas companhias











Os maus companheiros tornam-se presenças inconvenientes na tua vida e perturbam-te a marcha.

Ninguém é tão independente e pleno que não corra o perigo de contaminar-se, com aqueles que estagiam e se comprazem na delinqüência ou na insensatez viciosa.

Sê gentil com os maus e estúrdios, porém, não te imiscuas com eles, seu comportamento, suas atividades e filosofia de vida.

As enfermidades morais também contagiam os incautos que delas se aproximam.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis - 84.



domingo, 9 de junho de 2013

Saindo da zona de conforto






Aquele que está se afogando, em meio ao desespero, enlouquecido pelo medo, se agarra a qualquer coisa (que lhe dê a falsa sensação de segurança) ainda que esta, o faça afundar mais rápido. Será que o orgulho e o apego não nos tem feito afundar?

O orgulho bobo não nos permite abrir mão, pois não queremos “perder”... Mas o que é uma pequena renuncia,  diante das grandes conquistas que daí provém? Se policie e você se flagrará fazendo birra. Isso mesmo birra, tal qual menino amarelo.
A todo o momento fazemos escolhas e são elas quem determinam, em grande parte, o nosso futuro. Faça uma avaliação: esse pensamento, essa emoção, esse hábito, essa forma de me relacionar com os outros e com as adversidades, tem me feito alcançar aquilo que desejo?

Nem toda perda é uma derrota, algumas alegrias não são felicidade. É preciso sabiamente abrir mão de algumas coisas e se esmerar para fazer grandes conquistas.

Quantas vezes você tem se prendido a relacionamentos destrutivos?
Quantas vezes você tem tomado atitudes que te levam na direção contrária aos seus objetivos  e que te fazem perder de vista os seus valores? Quantas vezes você tem aceitado o inaceitável, tem se omitido e subjugado? Quantas vezes você tem se colocado na posição de vítima,  se isentando do papel de modificador de si mesmo e da própria vida.

Está na hora de largar a âncora do conformismo. Sem ela, será mais fácil se manter na superfície.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não deveria - Marina Colasanti





A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem outra vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha pra fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.