Pesquisar neste blog

Mostrando postagens com marcador saindo da zona de conforto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saindo da zona de conforto. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de junho de 2013

Blog com ideias originais para se inspirar e sair da rotina !

 Olha que ideia interessante!  Encontrei no:

 http://pulgasmilnageral.wordpress.com/

 

54. libertar um livro

hoje acabei de ler o “café-da-manhã dos campeões” e quis que mais pessoas lessem e assim por diante. aliás, desde que comecei a ler esse livro  eu tenho pensado em palavras, mais especificamente, eu tenho narrado os acontecimentos que vejo por aí, mais  ou menos no tom do narrador da história. então escrevi uma mensagem no livro e o larguei no parque.

 Leia mais em:  http://pulgasmilnageral.wordpress.com/2011/10/17/54-libertar-um-livro/

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Eduardo Alves da Costa - Trecho de Poema



"Na primeira noite eles se aproximam
 E roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
Pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles
 Entra sozinho em nossa casa,
Rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo,
Arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada.

Trecho do poema de Eduardo Alves da Costa
Atribuído ao russo Vladimir Maiakóvski.
--------------------------------------------------------------------------------------------------

Esse poema nos faz refletir sobre o conformismo, tão presente em nossas vidas, quando há tanto para ser feito e tanto para ser mudado e sobre as mazelas que se agravam a medida que nos acostumamos:
Com as migalhas, com o crime, com a fome, com a discriminação, com a ignorância, com a vulgaridade, com a injustiça, com a desonestidade, com a violência, com a falta de saúde,  com a falta de trabalho, com a opressão dos menos abastados, com a corrupção, com a lavagem cerebral, com o abuso de poder, com o desrespeito a vida, com a destruição da natureza, com a inversão dos valores e com a falta de respeito a dignidade humana...   
E é a medida que nos tornamos indiferente a estas mazelas, e nos isentamos das responsabilidades que possuímos de não causa-las e de combate-las que nos tornamos cúmplices. Pois toda vez que aceitamos o inaceitável, temos uma parte  nossa alma corrompida.



quinta-feira, 6 de junho de 2013

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não deveria - Marina Colasanti





A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem outra vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha pra fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.